05 de agosto de 2026
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10 jogadores de Copa do Mundo que passaram pelo Inter e você não lembra!

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Essa lista não é apenas de jogadores que foram convocados enquanto defendiam o Internacional. Aqui entram atletas que disputaram Copa do Mundo e que, em algum momento da carreira, passaram pelo Beira-Rio. Pode ter sido antes de jogar um Mundial, durante o período em que estavam no Inter ou até mesmo depois de já terem deixado o clube.

Alguns tiveram passagem marcante. Outros quase desapareceram da memória do torcedor. E tem caso em que a história com o Inter ficou mais famosa fora de campo do que dentro dele.

1. Sergio Goycochea

Herói da Argentina na Copa do Mundo de 1990, Goycochea chegou ao Inter em 1995 com status enorme. Afinal, era o goleiro que tinha levado a seleção argentina à final da Copa da Itália e ficado marcado como pegador de pênaltis.

No Beira-Rio, porém, a história foi bem menos brilhante. A passagem acabou sendo apagada e não entregou tudo aquilo que a contratação prometia.

2. Mário Fernandes

Mário Fernandes disputou a Copa do Mundo de 2018 pela Rússia e foi um dos personagens da campanha do país-sede. Marcou contra a Croácia nas quartas de final, levou o jogo para os pênaltis, mas acabou desperdiçando a sua cobrança.

Mesmo sendo uma história muito recente, muita gente nem lembra que ele jogou no Inter. Contratado para 2023, Mário Fernandes fez apenas cinco partidas pelo clube e deixou o Beira-Rio poucos meses depois. Uma passagem tão rápida que praticamente sumiu da memória colorada.

3. Gilmar Rinaldi

Gilmar Rinaldi foi revelado pelo Inter e fez parte do elenco campeão brasileiro de 1979. Anos depois, longe do Beira-Rio, entrou para a história da Seleção Brasileira como um dos goleiros do grupo tetracampeão mundial em 1994.

Ele era reserva de Taffarel naquela Copa, mas fez parte da delegação que encerrou o jejum de 24 anos do Brasil sem título mundial.

4. Márcio Santos

Márcio Santos é outro campeão do mundo que passou pelo Inter. Zagueiro da Seleção Brasileira na Copa de 1994, foi titular na campanha do tetra e teve papel importante naquele time de Carlos Alberto Parreira.

No Inter, no entanto, a passagem não teve o mesmo peso da história construída com a camisa da Seleção. Por isso, muita gente lembra do Márcio Santos campeão mundial, mas nem sempre associa o nome dele ao Colorado.

5. Nilmar

Nilmar é um caso diferente. Todo colorado lembra muito bem dele com a camisa do Inter. O que muita gente pode esquecer é que ele também disputou Copa do Mundo.

Convocado por Dunga para a Copa de 2010, na África do Sul, Nilmar jogou quatro partidas naquele Mundial. Entrou contra a Coreia do Norte, foi titular no empate contra Portugal, entrou nas oitavas contra o Chile e também participou da eliminação para a Holanda, nas quartas de final.

A convocação veio depois de uma fase muito forte do atacante, que havia brilhado no Inter, sido campeão da Sul-Americana de 2008 e depois se transferido para o Villarreal.

6. Jô

Jô disputou a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Brasileira, mas a passagem dele pelo Inter é lembrada por outros motivos.

Contratado como uma esperança para o ataque, o centroavante não conseguiu render o esperado em campo. A passagem ficou marcada por poucos gols, problemas de indisciplina e histórias fora de campo. Em 2012, vizinhos chegaram a acionar a polícia várias vezes por causa do barulho de festas na casa do jogador.

No fim, Jô passou pelo Inter, jogou Copa do Mundo pelo Brasil, mas sua passagem colorada ficou muito mais ligada às festas do que aos gols.

7. Gonzalo Sorondo

Sorondo foi campeão da Libertadores de 2010 pelo Inter e teve participação importante naquela campanha. Nas quartas de final, contra o Estudiantes, marcou um gol fundamental no Beira-Rio.

Também ficou muito lembrado pelas lesões, que atrapalharam bastante a continuidade dele no clube. Mas pouca gente recorda que, antes de ser campeão da América pelo Inter, Sorondo disputou a Copa do Mundo de 2002 pelo Uruguai.

8. Mario Bolatti

Mario Bolatti disputou a Copa do Mundo de 2010 pela Argentina. Aliás, teve participação direta na classificação argentina para aquele Mundial: foi dele o gol contra o Uruguai, em Montevidéu, que garantiu a vaga da seleção comandada por Diego Maradona.

No Inter, Bolatti começou com um roteiro curioso. Estreou marcando gol e, depois da partida, soltou a frase: “Não é algo comum. Não se acostumem mal.”

A frase virou quase um resumo involuntário da passagem dele. O começo empolgou, mas a sequência nunca confirmou a expectativa.

9. Julio César Enciso

Julio César Enciso disputou a Copa do Mundo de 1998 pelo Paraguai e também teve passagem pelo Inter entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000.

Mas a história mais curiosa dele com o Colorado veio depois de sair do clube. Em 2002, jogando pelo Olimpia, Enciso eliminou o Grêmio da Libertadores e usou uma camisa do Inter por baixo do uniforme do time paraguaio.

Depois, explicou que um torcedor colorado havia pedido para ele vestir a camisa e que o gesto era uma forma de agradecimento ao que o Inter representou na vida dele.

10. Júnior Baiano

Júnior Baiano foi titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1998, quando o Brasil chegou à final contra a França. Zagueiro forte, de personalidade enorme e presença marcante, teve uma carreira cheia de momentos importantes.

Pouca gente, porém, lembra com clareza da passagem dele pelo Inter. O defensor vestiu a camisa colorada depois do auge pela Seleção e acabou sendo mais um daqueles nomes conhecidos nacionalmente que passaram pelo Beira-Rio sem deixar uma lembrança tão forte quanto em outros clubes.

Essa lista mostra como a história do Inter cruza com a Copa do Mundo de várias formas. Tem campeão mundial, herói de pênaltis, jogador que brilhou em seleção, contratação frustrada, passagem relâmpago, provocação em Gre-Nal e até frase que virou memória colorada.

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